A FÊNIX MARXISTA

O sol nasce e joga pra frente
a coragem dos fracos
Difícil acalmar a voz da fome
Colarinhos brancos
sujam a roda viva dos dias
A passos lentos, a justiça
é a obscura visão da balança.
Pobre do homem
quando a palavra de Themis se faz verbo.
Todo o dia renascer
para não ver a injustiça vencer
A mão que tece o fio não desiste.

Enviado por Darcila Rodrigues em 09/10/2014
Reeditado em 31/08/2015
Código do texto: T4993021
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